Michele Catalano, que vive em Long Island, Nova York, diz que suas buscas na internet por panelas de pressão, a procura de mochilas pelo marido e o apetite do filho por notícias, pelos detalhes do atentado de Boston de alguma maneira se combinaram criando "perfis de terrorismo".
A visita da polícia foi feita na última quarta-feira por uma “força-tarefa integrada de combate ao terrorismo”, segundo Catalano “Seis cavalheiros usando trajes casuais saíram dos veículos e se espalharam em direção à casa. Dois caminhando para o quintal, de um lado, dois tomando o lado oposto e dois se dirigindo à porta da frente.” Foi o marido da jornalista quem atendeu aos “cavalheiros”. Ela disse que um milhão de coisas passaram pela cabeça dele. “Nenhuma delas era a resposta certa”.
Ao The Guardian, um porta-voz do FBI disse que a visita não foi feita por investigadores da agência, mas assim pelo departamento de polícia do condado de Nassau em cooperação com o de Suffolk.
Os agentes do Serviço Federal de Investigações (FBI) perguntaram a Catalano se ele tinha uma panela de pressão; "meu marido disse que não, mas que tínhamos uma panela elétrica de arroz. E é possível fazer uma bomba com ela? Não, minha mulher usa a panela para fazer quinua. Eles perguntaram que diabos era quinoa".
"A essa altura haviam compreendido que não estavam lidando com terroristas", disse Catalano.
Um porta-voz do FBI disse ao jornal britânico "Guardian" na quinta-feira que investigadores da agência não estavam envolvidos na visita, mas que Catalano "havia sido visitada pelo departamento de polícia do condado de Nassau", cujos agentes estavam "trabalhando em cooperação com o departamento de polícia do condado de Suffolk".
Tradução de PAULO MIGLIACC Fonte: Folha
Ao The Guardian, um porta-voz do FBI disse que a visita não foi feita por investigadores da agência, mas assim pelo departamento de polícia do condado de Nassau em cooperação com o de Suffolk.
Os agentes do Serviço Federal de Investigações (FBI) perguntaram a Catalano se ele tinha uma panela de pressão; "meu marido disse que não, mas que tínhamos uma panela elétrica de arroz. E é possível fazer uma bomba com ela? Não, minha mulher usa a panela para fazer quinua. Eles perguntaram que diabos era quinoa".
"A essa altura haviam compreendido que não estavam lidando com terroristas", disse Catalano.
Um porta-voz do FBI disse ao jornal britânico "Guardian" na quinta-feira que investigadores da agência não estavam envolvidos na visita, mas que Catalano "havia sido visitada pelo departamento de polícia do condado de Nassau", cujos agentes estavam "trabalhando em cooperação com o departamento de polícia do condado de Suffolk".
Tradução de PAULO MIGLIACC Fonte: Folha
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